domingo, 12 de fevereiro de 2012





Algo que escrevi no blog do irmão Gilson Medeiros
Três dias e três noites do Senhor no Seio da Terra

Nem tive o cuidado de ler todos os comentários. Vou tecer os meus:  1ª questão: 3X3=72 horas, essa doutrina é aceita, pelo que sei, pelos Adventistas da Promessa. 2ª questão: 3X3=48 horas, não podemos deixar de olhar que essa doutrina, é um dogma da Igreja Católica. 3ª questão: essa doutrina não se trata de uma questão de vida ou morte dos que a aceitam, pois não se trata de fé, mas sim de opinião intelectual. Obs. Se vc estuda-la a luz dos comentários a favor dos três dias inteiros, tem muita lógica. Isso é uma questão apenas de sobrevivência dos impérios doutrinários, quiçar de seus tesouros materiais.
Eu pergunto ao irmão, já se deu conta que a desarmonia quanto ao Evangelho é justamente o que o irmão defende?
Ao menos procuremos na bíblia algum lugar, em que se afirme que O Senhor, desceu ao túmulo, num ou noutro dia, não tem.
Porém não podemos negar; no quebra-cabeça da interpretação, vamos concordar, os termos: metade da semana, sinal, fim do sábado, isso mostra contundentemente que os acontecimentos se deram em tempo propositalmente definidos.
O irmão estudou o outro lado da sua interpretação?
Ou o irmão se fixou na tradição?
Obrigado!

Já estava esquecido da minha intervenção por aqui. Mas já que recebi seu e-mail, volto a discutir o tema. O fato de ser a IASD que defende essa doutrina, se pode considerá-la assim, me faz tremer na base, por ser uma grande instituição, e também por temer que estivesse contra a uma verdade. Quero crer que Deus não defende nenhuma organização em particular. Vejo muitas outras organizações, tão próspera quanto a essa que citei. Porém deixando o dogmatismo, reitero não pode haver dois princípios ou é uma coisa ou outra. Eu gosto de razões definidas pra coisas. Não teria razão pra Jesus ter enfatizado o sinal de Jonas, se não se importasse com este, e a bíblia darem razões para concluirmos que realmente se trator de dias inteiros de 24 horas. E se estou dizendo isso é por que li a opinião, baseada na bíblia, a favor desse argumento. Você exige do termo "preparação", significado de sexta-feira. Não se pode querer forçar a coisa. Porém não é impreciso dizer que, não foi o que se deu como o que se pode observar. Com outras investigações, sobre o assunto aqui debatido, a bíblia não deu nome aquele dia, chama-o do que ocorreu de preparação, que poderia, por razões óbvias, se entender que se deu numa quarta-feira. Vindo o termo "era o dia da preparação" ter seu propósito, pois se estava diante de um fato de grande importância a festa comemorada, a pascoa, naquele ano caindo na quinta-feira.
Sábado=Descanso=naquela ocasião=antes da sexta-feira.
Sábado=Festa para os Judeus.
As semanas são de sete dias;
Aquela era uma semana especial;
Ocorreria aquele fato=morte, sacrifício de um homem, o salvador, Jesus.
Ele começaria a ser jugado no início da semana.
Após seu julgamento, na metade da semana, estaria cumprido a profecia.
Passariam três dias e três noites, no seio da terra etc.