quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Dízimo não deve abrir as portas da ganância...

O dízimo não é antibíblico, como alguém sugere nesses comentários abaixo. Pode sim ser trazido para o nosso tempo, mas com ressalvas. Permanece a máxima, fazei isto sem omitir aquilo outro, lembrando das palavras de Jesus. Deus instituiu aquele sistema, pois sabia do egoísmo humano, assim implantou-o. O problema é que hoje está tudo trocado. Os termos estão trocados, tanto do ponto de vista da aplicação como também no seu significado. [ Celeiro, não casa do tesouro ]. O correto é LEVAI, não trazei. Ou seja, tem-se subliminarmente oferecido o sentido de submissão forçada à vontade de Deus. No caso o líder forçar ao seguidor. Quando na verdade, Deus não força a nada. Deus apenas como Pai amoroso declara sua vontade no bem de todos. O ladrão é todos que tranca as portas das bênçãos. Nesse caso, os sacerdotes agiam não como ladrões, na verdade Deus não os tratavam assim de maneira tão desrespeitosas. Toda via também, Deus não lhes estavam oferecendo uma barganha. Deus repreendia porque a nação estava sendo ULTRAJADA, por não serem na verdade, alimentadas de maneira proporcional às bênçãos que Deus tinha para lhe oferecer. O termo certo seria, [ TODA VIA VÓS ME TENS ULTRAJADO ] a culpa na verdade cai sobre os sacerdotes por não prestarem seu trabalho de maneira correta. Por isso toda nação estava sendo faminta do bem espiritual e material, além de perderem o sentido que Deus lhes traziam toda sorte de bênçãos. Comparado a hoje, a coisa é muito diferente, pois os que se dizem profetas hoje, na verdade são verdadeiros picaretas. Os sacerdotes daquela época não tinham a índole desses salafrários! Eram homens comuns, que por vezes relaxavam os serviços religiosos, e por isso Deus usou Malaquias para os repreenderem... Obs. Uma organização séria trata o dízimo de outra forma.

Halloween a contrafacção de Satanás, Pastor Samuel Ramos